Política

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O prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PR), chegou a articular a candidatura de Thálysson, seu filho, a deputado federal, mas está revendo o projeto.

Valmir passou a trabalhar com a possibilidade do filho disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Quando ainda articulava candidatura para deputado federal, Valmir chegou a conversar com Serginho, ex-prefeito de Nossa Senhora da Glória, mas desfez o acordo alegando ter mudado o projeto.

Valmir estima ter em Itabaiana, para o filho, cerca de 18 mil votos, e que poderá elegê-lo contando com o apoio de políticos em municípios vizinhos.

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O PT realizou encontro ontem, na Assembleia Legislativa, para empossar seus dirigentes estaduais e municipais.

O encontro contou a presença do presidente nacional, Rui Falcão, e tinha como convidado especial o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB).

A vontade de ter Edvaldo no encontro era tanta que sua presença chegou a ser anunciada.

Edvaldo não apareceu.

Petistas ouvidos por NE Notícias, pedindo anonimato, disseram estar magoados com o prefeito e desabafaram: ¨fomos muito importantes na caminhada dele¨.

Também foi baixa a presença de aliados. Compareceram apenas o presidente da Alese, Luciano Bispo (PMDB), o presidente estadual do PDT, Fábio Henrique, o deputado estadual Jairo de Glória (PRB) e os federais João Daniel (PT) e Fábio Miidieri (PSD).

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O líder do governo Michel Temer (PMDB) no Congresso Nacional e presidente estadual do PSC, André Moura, disse nesta quinta-feira, 25, em entrevista a Gilmar Carvalho (MIX FM, Atalaia e Cidade AM, de Simão Dias), que a deputada estadual Ana Lúcia (PT) participou ontem da manifestação feita em frente à sede do partido em Aracaju.

Segundo André, manifestantes tentaram invadir a sede do partido e picharam o imóvel: ¨a deputada participou da manifestação, mas não participou da tentativa de invasão nem da pichação¨.

André denunciou que, semana passada, o imóvel foi depredado em manifestação que não contou com a participação da deputada Ana Lúcia.

Também no programa Fala Sergipe, Ana Lúcia disse que, enquanto esteve na manifestação, não houve pichação nem havia pessoas com tinta.

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André Moura e 17 partidos, entre eles PT, PSB, PP e PDT, pedem anulação da delação da JBS contra Temer e Aécio
Líderes do governo de Michel Temer e de 17 partidos políticos apresentaram nesta terça-feira (23), na Mesa da Câmara dos Deputados, proposta que tem o objetivo de criar uma pressão a favor da anulação da delação firmada pelo empresário Joesley Batista e por outros executivos da JBS com a Procuradoria-Geral da República.

“Não podemos permitir que tal ‘crime perfeito’ se concretize. (…) Há que se rever a colaboração premiada negociada junto à Procuradoria-Geral da República e homologada pelo Supremo Tribunal Federal, além das bases do acordo de leniência ainda em andamento”, diz o documento.

A proposta de fiscalização e controle é assinada pelos líderes do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e no Congresso, André Moura (PSC-SE), além de líderes de 17 partidos, do governo e da oposição, que reúnem 448 dos 513 deputados (87% do total).

Na oposição, assinaram a proposta os líderes do PT, Carlos Zarattini (SP), do PDT, Weverton Rocha (MA), e do PSB, Tereza Cristina (MS).

A proposta pede que a Câmara realize o ato de fiscalização com o Tribunal de Contas da União e, se necessário, com outros órgãos, como Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Ministério da Transparência e AGU (Advocacia-Geral da União).

Em sua delação, os executivos da JBS afirmam ter pago propina a 1.829 políticos, do governo e da oposição, em um total de quase R$ 600 milhões. As suspeitas atingiram em cheio o presidente Michel Temer, que desde então viu seu cargo ficar sob ameaça.

A proposta, encaminhada pela Mesa para a Comissão de Finanças e Tributação, recorre à mesma expressão que Temer usou ao atacar Joesley em seu segundo pronunciamento sobre a crise, a de que o empresário teria cometido o “crime perfeito”.

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No que chamam de reforma política, é tido como quase certo o fim das coligações partidárias já para as eleições de 2018.

Com o Congresso Nacional tonto, dadas as altas doses da JBS e Odebrecht, sem contar o que vem por aí, deputados e senadores dizem que não aguentam mais falar em coligações.

O fim das coligações começa a mudar o cenário eleitoral em Sergipe antes mesmo de ser concretizado.

O novo modelo reduz chances de secretários do governo do Estado como o da Agricultura, Esmeraldo Leal, com a diminuição de vagas reservadas ao PT.

Quem não disputará a eleição se acabarem com as coligações é o secretário de Inclusão Social, Zezinho Sobral (PMDB), que tinha como quase certa uma vaga na Assembleia Legislativa.

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