Com bênção do pai, Gabeu canta sobre 'amor rural' de dois homens em 1ª música. Ele fala ao G1 sobre homofobia no gênero e opina: o sertanejo gay é tendência?
Local onde o assassino, um antigo funcionário municipal, abriu fogo funciona como um bloco de escritórios da prefeitura da cidade. Criminoso morreu em confronto com policiais.
Medida passa a valer em 10 de junho, quando os EUA começam a taxar em 5% todas as importações mexicanas. Percentual pode aumentar para até 25% caso imigração clandestina não termine ou não seja drasticamente reduzida.
Imperial College of London e Centro Médico Erasmus da Holanda também assinam artigo. Pesquisa é a primeira a analisar impacto da medida na saúde infantil em um país em desenvolvimento.
Moradores da região foram os primeiros a chegar no local do acidente onde cantor e dois pilotos morreram em uma queda de avião de pequeno porte.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse que o governo federal vai oferecer vagas em presídios federais para mandantes de massacres em presídios de Manaus. Todos já foram identificados. Conflitos em quatro unidades deixaram 55 detentos mortos entre o domingo (26) e a segunda-feira (27). Na segunda, o governador do Amazonas, Wilson Lima, confirmou que pediu à Brasília a transferência de presos para unidades de segurança máxima. O número de responsáveis pelo massacre não foi divulgado. O Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) afirma que as mortes foram motivadas por um racha entre presos que integravam o mesmo grupo criminoso e que atua no tráfico de drogas no estado. "As forças de segurança fizeram uma revista nas unidades prisionais. A recontagem dos presos separou aqueles detentos que estavam ameaçados de morte, que eram pelo menos uns 200. E já identificaram os mandantes desses crimes. Já pedi para o Governo Federal que eles sejam encaminhados para presídios de segurança máxima", afirmou o governador Wilson Lima. Além de fazer a transferência de presos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública enviará uma Força-tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) para atuar dentro das unidades prisionais. Há mais de dois anos, homens da Força Nacional atuam nos entornos dos presídios. A medida foi tomada logo após o massacre de mais de 60 presos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em janeiro de 2017. Brigas entre detentos deixam 55 mortos entre domingo e segunda — Foto: Rodrigo Cunha e Roberta Jaworski Brigas entre detentos deixam 55 mortos entre domingo e segunda — Foto: Rodrigo Cunha e Roberta Jaworski Brigas entre detentos deixam 55 mortos entre domingo e segunda — Foto: Rodrigo Cunha e Roberta Jaworski Conflitos No domingo, uma briga entre detentos dos pavilhões 3 e 5 do Compaj terminou com 15 mortos. A confusão aconteceu durante o horário de visitação na unidade. As vítimas foram assassinadas asfixiadas ou perfuradas com escovas de dentes. No dia seguinte, 40 mortos foram encontrados mortos dentro de cadeias. A Seap informou que todas as mortes tinham indício de asfixia.
O Papa Francisco recebeu no Vaticano, nesta segunda-feira (27), o líder indígena Raoni Metuktire, que atua no combate à devastação da Amazônia. A audiência faz parte da preparação para a Assembleia Especial do Sínodo (Encontro) dos Bispos para a região Panamazônica, que vai ser realizada de 6 a 27 outubro, segundo o porta-voz do papa, Alessandro Gisotti. O tema do encontro será: “Amazônia: Novos caminhos para a Igreja e para Ecologia”. O líder indígena denuncia a devastação da Amazônia, que está ameaçada pelo desmatamento e pressionada pelo agronegócio e pela indústria madeireira. Papa Francisco recebe líder indígena brasileiro Raoni no Vaticano O líder caiapó, que viaja acompanhado de outros três líderes indígenas do Xingu, começou em 12 de maio uma viagem de três semanas pela Europa, onde marchou com jovens por medidas contra mudança climática e foi recebido por chefes de Estado, como o presidente Emmanuel Macron (França). O líder indígena também aproveitou sua passagem pelo tradicional festival de cinema de Cannes, no sul da França, para pedir apoio para o seu projeto de proteção da Amazônia. Devastação da Amazônia Em 2015, Francisco publicou a encíclica "Laudato Si" (Louvado Seja), em que ataca um modelo de desenvolvimento injusto e convida os católicos a tomarem ações concretas para frear a exploração insensata do meio ambiente. O pontífice denunciou os problemas enfrentados pelos moradores da região amazônica quando visitou Puerto Maldonado em janeiro de 2018, uma cidade rural no sudeste do Peru, cercada pela floresta. Essa é a primeira vez que a Igreja Católica apoia oficialmente atividades concretas em favor do cuidado ambiental, inclusive nas paróquias. Papa Francisco abraça líder indígena Raoni em encontro no Vaticano, nesta segunda-feira (27) — Foto: Vatican Media / AFP Papa Francisco abraça líder indígena Raoni em encontro no Vaticano, nesta segunda-feira (27) — Foto: Vatican Media / AFP Papa Francisco abraça líder indígena Raoni em encontro no Vaticano, nesta segunda-feira (27) — Foto: Vatican Media / AFP O cardeal brasileiro Cláudio Hummes, que será o relator geral do sínodo, reconheceu recentemente em Roma que a defesa da Amazônia gera muitas "resistências e incompreensões". "Os interesses econômicos e o paradigma tecnocrático são contrários a qualquer tentativa de mudança e estão prontos a se imporem com força, violando os direitos fundamentais das populações no território e as normas de sustentabilidade e proteção da Amazônia", declarou Hummes. A Amazônia é habitada por 390 povos com uma identidade cultural e línguas próprias, e tem cerca de 120 aldeias livres em isolamento voluntário, segundo dados da France Presse. Este território, compartilhado por nove países e habitado por cerca de 34 milhões de pessoas, abriga 20% da água doce não congelada do mundo, 34% das florestas primárias e 30-50% da fauna e flora do planeta. Líder indígena brasileiro Raoni Metuktire e o diretor de cinema Jean-Pierre Dutilleux em Cannes — Foto: Stephane Mahe/Reuters Líder indígena brasileiro Raoni Metuktire e o diretor de cinema Jean-Pierre Dutilleux em Cannes — Foto: Stephane Mahe/Reuters Líder indígena brasileiro Raoni Metuktire e o diretor de cinema Jean-Pierre Dutilleux em Cannes — Foto: Stephane
Educadora de Frei Paulo